Concessionário de veículos, que desafio gerir um negócio com margens tão justas e apertadas ! Vacilou, vai pro vermelho !

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Comentário sobre a notícia abaixo: Vale a pena destacar o trabalho de análise do mercado feita pelo grupo Cogan, as margens das concessionárias no Brasil e talvez no mundo andam no fio da navalha, a gestão do setor vê veículos novos, usados, peças, serviços de oficina e acessórios precisam de um monitoramento contínuo, muito profissional, e medidas de pronto para se colocar a margem de lucratividade do negócio em níveis atrativos e sustentáveis para o Business !
Isso exige muito talento gestor, criatividade e motivação de equipe, além de um nível de comprometimento acima da média !
Tive oportunidade de ver concessões outstanding, average and poor performance, e para sair do vermelho e ir para o azul é uma ação ou performance de MÁGICO !

Veículo:​Folha de S.Paulo – SP

Data​14/10/2013​                     Seção: Mercado


Estrangeiro investirá até R$ 1 bi em concessionárias

Quatro redes brasileiras estão na mira de grupo formado por americano e fundos asiáticos de investimento

GABRIEL BALDOCCHI

DE SÃO PAULO

12/10/2013 – Depois de quase dois anos de análise do mercado brasileiro, o investidor americano Marshall Cogan, conhecido por montar mega redes de concessionárias nos EUA e na China, finaliza a criação de uma gigante de luxo no país.

Quatro grupos brasileiros estão na mira de aquisição. As compras serão o pontapé inicial para alcançar as 120 unidades almejadas para a futura rede.

A outra parte virá de abertura de lojas, que ajudarão a distribuir o volume adicional oriundo das novas fábricas (Audi, BMW e Mercedes) do segmento no país.

Para alcançar esse tamanho e um faturamento de R$ 6 bilhões em três anos, Cogan conta com a ajuda de fundos de investimento asiáticos. O investimento inicial é estimado em até R$ 1 bilhão.

Uma empresa de investimento finaliza a criação de um fundo de “private equity” (participação em empresas) com investidores brasileiros que vão complementar o capital da empresa.

A Auto Group Brasil, como se chamará a nova companhia, deve iniciar suas operações em abril de 2014.

Trata-se do segundo grupo de fora do país a ingressar no mercado de concessionárias neste ano. Em maio, o Group 1, de capital aberto nos EUA, pagou cerca de R$ 300 milhões por uma rede nacional.

A entrada dos estrangeiros segue o interesse das montadoras no Brasil, hoje o quarto maior mundial em vendas.

Chegam no momento em que as concessionárias tentam migrar de um modelo de negócios baseado principalmente na venda de carros novos para a prestação de serviços e o segmento de usados.

Para Cogan, a situação atual do Brasil se assemelha à do mercado americano na década de 1950.

“Acho que o Brasil é a última grande indústria a ser consolidada”, afirma.

Como exemplo da orientação para serviços que será adotada na nova rede está um serviço de motorista que busca e entrega o veículo na casa dos clientes nas revisões.

A tentativa de agregar valor e elevar margens de lucro faz parte dos esforços para levar o negócio para a Bolsa de Valores, como foi feitos nos EUA pela rede de concessionárias montada por Cogan.

“Muitos poucos grupos conseguirão abrir capital [no Brasil] porque a maioria opera no mercado de entrada e tem margens pobres”, afirma o americano.

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